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março 18, 2010

Gravidez não planejada desde os 2 aninhos

Polêmica... Polêmica total.
Mulherada, por favor, não estou aqui pra criar polêmica, só para expor e dividir minhas ideias.
E o assunto é punk, pesado, barra mesmo.
Aborto.

A maioria mulherada que passa por aqui, tem filhos, sobrinhos, gosta de criança, pretende ter e assim vai.
Mas hoje, lembrei daquelas que por algum motivo, nem quero saber qual, precisou ou simplesmente fez um aborto.

E a história seeeempre se repete: "gravidez não desejada".
Póóóóó pará!
Não desejada é o estupro, a violência física! Se não tivesse desejo, não existiria o sexo.
Nesse caso o termo correto é não PLANEJADA.

E aí eu entro com minha suave opinião. SOU COMPLETAMENTE CONTRA.
Não quer filhos, não transe.
Não quer deixar de transar? Se cuide. Use camisinha, pílula, anél, DIU e mais um monte de modernidades que impedem a gravidez fora de hora.

Vejo a meninada com 8 ou 9 anos emperiquitada, querendo saias curtas, decotes e chapinha. Pra seduzir, pra chamar a atenção. E isso é uma tendência mundial. Meu filho de sete já trocou de namorada ( e com isso vi meu coração está bom pra burro!).
A nós cabe apenas tentar amenizar os exageros.

Portanto, podemos abordar o assunto, sexo x gravidez x DST, evitando medidas tão drásticas.

E eu vejo que começa cedo, bem cedo esse pensamento: "Aaah, eu não posso ser mãe (ou pai), vou fazer um aborto". Começa lá com 2 ou 3 aninhos quando a gente resolve assumir a "bronca" deles.
Quando a gente resolve arrumar a bagunça deles, quando a gente resolve trocar o prato de arroz e feijão pela bolachinha recheada.
Nooooossa! Que exagero, Janaína!
Não é não gente. Finja que ninguém está te olhando e reflita: Não impor pequenos limites desde cedo, propiciará a cabecinha dele a fazer o proibido mais tarde, sem critérios, sem princípios, porque afinal o pai e/ou a mãe estará sempre ali pra arrumar o estrago.
É ou não é? Você não pensaria dessa forma, se seu pai não tivesse mostrado as consequências?

O que você faz aqui, seu filho big brother está de olho e repetirá ali na frente.
Pequenos gestos, pequenas palavras, tudo é milimetricamente gravado na cacholinha...

Pensem nisso.

Tenho exemplos claríssimos de pais que fizeram tudo pelo filho, só pra curtir aquela fase filho/dependente/criança e no futuro amargou aborto, droga e um pé na bunda da mãe, porque queria saber como era precisar de dinheiro.

???
Acredite se não enjoar.

Agora chega, sem assuntos pesados.
Vou deixar uma dica aqui de coração quente pra pés frios: MEIA VÉIA. Clique aí e divulgue!

Um beijo e até.


Por Janaína

Fotos: Camisinha, Bebê e Mãe

11 comentários:

Luciana Casado disse...

Assunto pesadíssimo! Mas com certeza o limite tem que ser dado desde o início, pelo menos eu fui criada assim. E para mim, assim é o certo!
Bjus, Lu

Driks Barreto disse...

Elefante esse post amiga!!!Mais vc ta certa é assim mesmo que se passa...é assim mesmo que passamos a mão na cabeça dos filhos sempre...enfrentando a bronca e muitas vezes vivendo mais que eles os problemas deles...a gente acaba até se esquecendo...E isso é muito errado!!!Vc está certissima.Adorei o post de hj.Bj gde!!!
www.badulaquesdadriks.blogspot.com
www.momentosdadriks.blogspot.com

Amanda Luna disse...

oiii adorei o post, concordo penamente com vc... hoje em dia só engravida quem quer e se engravidou tem que assumir e cuidar muito bem da criança, que inclusive não tem culpa das burradas dos adultos...
criança tem ser criada com amor sim, mas ter limite também é extremamente necessário... criança que cresce consicente vira um adulto decente!!
bjs e parbéns pelo post

Poesia do Bem disse...

Concordo plenamente, abraços e venha me visitar!

café e chocolate disse...

Jana li seu post, acho que para mim, aborto depende muito da situação, camisinha é fundamental em qualquer relação.

Roberta M. disse...

Oi Jana, olha, concordo sim com vc e me revolta ver meninas, com todas as informações disponíveis que há, ainda engravidando, mas, como tudo sempre tem uma exceção, não podemos esquecer de drogados, que estão nas ruas cada vez mais cedo, com drogas cada vez mais potentes e que acabam fazendo coisas horríveis sem ter nenhuma consciencia, não estou desculpando, longe disso, mas é um fato, triste e real....ai, sei lá são tantas variantes, abusos, ignorâncias, sou a favor de informação sempre!! De campanhas de prevenção mais pesadas e acessíveis do governo, enfim, acho que já há muita coisa sendo feita, mas é um longo caminho ainda para trilhar!! beijos

Anônimo disse...

Jana,
não posso deixar passar este post sem comentar...Pq aconteceu comigo.
Eu também pensava que bastava tomar todos os cuidados e estaria 100% protegida.
Então, tomando os cuidados, transei com um cara que eu estava começando a namorar...E ai...engravidei. Contra a esmagadora possibilidade de não acontecer...
Nos meus 35 anos, independente, pirei..E confesso, num primeiro momento passou pela minha cabeça abortar. E o "pai" logo procurou os métodos para que isto acontecesse.
Mas, no dia seguinte, minha ginecologista me disse: - Ana, te conheço bem. Vc tem estrutura para ter. Não para tirar.
Então, resolvi encarar.
O pai desapareceu.
Minha princesa nasceu em setembro e eu dei o nome de Leticia, pq significa alegria. E hoje, sou a mulher mais feliz do mundo.
Crio minha pequena sozinha, ela é linda e feliz.
E revi meus conceitos: as vezes, acontece, mesmo tomando os cuidados devidos.
Quanto á educação, vc esta coberta de razão.
Bjs.
Ana Paula.
Ah...entrei no seu outro blog. Apaixonei. Quero mandar umas meias. Vou te escrever.

Avental de História disse...

Realmente, verdade pesada e eu vou mais longe... chega na escola e ainda acham que a Prô deve educar, por limites fazer o que os pais não fizeram ou devem fazer e etc...Aonde vamos parar?

Cristina João disse...

Oi Jana,
Adorei o post, faz a gente refletir...
Realmente o caso é polêmico. Na minha modesta opinião, toda informação deve ser dada, limites devem ser impostos sim, mas pior que gravidez não planejada, são as terríveis doenças (DST)que parece que com isso as pessoas se importam menos ainda!!
Sobre o aborto, sou mais flexível, acho que cada um é cada um e...cada um tem seus motivos.
De qualquer forma, só nos resta mesmo preparar nossos pequenos para arcarem com as consequências das escolhas que fizerem, sejam elas quais forem!
Beijocas,
Cris João.

Lidiane Vasconcelos disse...

Pois é, Janaína! Eu concordo contigo. Somente agora depois de 4 anos de casada, já caminhando para os 5, decidi que chegou a hora de engravidar. Enquanto isso, adotar os cuidados necessários para o "buxo" não crescer foi o que mais fiz. E fiz porque sei da responsabilidade, mas sei porque fui criada sabendo das consequências que qualquer escolha trariam para a minha vida. Para que sejamos adultos conscientes, a educação familiar é fundamental.

Elen disse...

Adorei o post de hoje...

demais da conta de importante e verdadeiro ao meu ver...

Saudades de vc

abraços cheirosos

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