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dezembro 16, 2009

Por que, hein?!

É cada uma, que só vendo e ouvindo pra acreditar!!!!

Há alguns anos... Muitos... Meu irmão perguntou pra minha mãe: "Mãe, puquê a ua ta quebada?"
"O QUÊ???" - respondeu a coitada. E depois de uma reunião com mais 5 pessoas chegamos a seguinte conclusão: o cara estava perguntando por que a Lua estava quebrada (devia ser minguante ou crescente).
E pra responder?
Não me imagino nessa hora! Se pra descobrir a pergunta, já foi um martírio... A resposta...

Aí seguimos com os por quês e comos?

De novo minha mãe e sua mania de respeitar a capacidade das crianças. Ela explicou o que era o parto normal e cesariana pra nós 4 no mesmo dia (detalhe: eu e minha irmã caçula temos 11 anos de diferença).
E tudo isso porque a menorzinha questionadora foi perguntar porque ela nasceu da "baíga" e nós três da "piiquita".
Eu, no lugar da mamãe, enfartaria ali mesmo!

E assim segue nosso conhecimento... Questionando os porquês e obtendo nossas respostas...

Por que eu não posso jogar video game agora (21h)? - Porque é hora de você dormir!
E por que eu tenho que dormir agora?- Porque seu corpo tem que descansar pra poder estudar amanhã cedo.
E por que eu tenho que estudar cedo? - Porque assim você consegue aproveitar mais o dia e fazer suas aulas de futebol.
E por que meu amigo estuda a tarde e faz aulas de manhã? - Porque a mãe dele achou que assim fosse melhor.
E por que...

Geeeente. Assim eu não posso!
Como devemos sanar todos porquês se eles são infinitos?
Ou será que meu filho vai ser jornalista?

Mas falando sério: A-DO-RO essa fase do por quê?


Um beijo e até.


Escrito por Janaína
Fotos: ligadosletrados.blogspot.com e astrosurf.com

dezembro 14, 2009

Cris e Quanta Imaginação...



Desde pequeninos, usamos nossa imaginação. Atenção ao que dizem especialistas como Freud e Bachelard, entre outros: “A infância é a grande fonte da nossa vitalidade imaginária. a imaginação na infância tem uma sensibilidade especial, porque as crianças tendem a se entregar mais livremente à fantasia, e que da plenitude da experiência imaginária na infância depende, em boa parte, a saúde psicológica na idade adulta. O poder específico da imaginação da criança tem muitas razões: uma das mais singelas é o fato de a imaginação se nutrir de imagens novas, e para a criança o mundo está cheio de imagens novas.” Esse assunto vai longe...eles acrescentam:” Como os pais devem agir para não reprimir a imaginação dos filhos? O mundo da imaginação infantil é uma caixinha de surpresas maravilhosa! De lá saem muitos pensamentos, ações e comentários, por muitas vezes, engraçados. O princípio do respeito ao que a criança diz, é a questão básica para não reprimir a imaginação dos pequenos. Nesse mundo agitado que vivemos fica difícil parar para dar atenção ao que dizem as crianças. Entretanto, esse momento é valioso e muito importante para o desenvolvimento da criança, pois a imaginação está ligada a criatividade. Então, ouça o que seu filho diz, não julgue antecipadamente, nem desmereça a história que foi contada. Estimule lançando perguntas e até mesmo fazendo sugestões, se a criança permitir. Ao final, ajude a criança a distinguir sobre o que pertence a realidade e o que pertence a imaginação. Essa troca é um bom momento para introduzir o que é certo e o que é errado e também para apresentar à criança o que você pensa sobre a vida.”


Então, mãos à obra: Vamos incentivar, nutrir e embarcar com eles na imaginação. Com certeza serão momentos ótimos para todos. Meu Matheus (agora com 13 anos) dizia que a vó dele (minha mãe) era o Homem-Aranha, mas que isso era um segredo! Vai saber de onde ele tirou isso? Mantivemos esse segredo trancado por anos. É claro que hoje ele acha essa história ridícula mas descobriu que ela não era o Homem-Aranha mas uma Super- Heroína de verdade! Entendeu?? O Marcus (agora com 12 anos) colocava a culpa de tudo num guaxinim de pelúcia que ele tinha, o que eu fazia? Se um dos dois, o guaxinim ou ele, não me dissesse a verdade, ficariam os dois, separados e de castigo, caso contrário, eu desculparia os dois. Sempre dava certo! E assim eles foram crescendo e eu incentivando e às vezes inventando histórias e brincadeiras. Hoje, são criativos, felizes e super inteligentes (claro). E até hoje damos asas à nossa imaginação!! Nessa brincadeira, vale até fantasiar-se e interpretar personagens reais ou imaginários, né tia Andrews? Minha casa é quase um hospício de pessoas felizes e realizadas! Ás vezes fica difícil saber quem tem mais imaginação!!


Experimenta, solta essa criança que tem dentro de você e viaja com os baixinhos.



Beijos,


Cristina João





Fotos: http://www.elisabethsalgadoencontrandovoce.com/figuras/imaginacao.jpg e http://coronelbessa.blogspot.com/2009/03/super-heroi-bombeiro-se-veste-de-homem.html

 

dezembro 10, 2009

A Cartinha do Noel


Natal chegando….As pessoas pirando, saindo, comprando e comprando, vamos ser sinceros, todos acabam comprando alguma coisinha. Alguma lembrancinha, alguns presentinhos. Bem, confesso que este ano vou ficar apenas no presente do meu filhote e algumas lembrancinhas se eu conseguir comprar sem neura, empurra, empurra, por isso, o post de hoje. O Murilo tinha que levar uma cartinha para entregar hoje ao Papai Noel, que iria na escolinha. Quando chegou o aviso fiz a maior festa e ele adorou (meio que não entendendo nada, mas bastaram umas palavrinhas mágicas para ele pirar: papai Noel, pedir, ganhar e presente).



Passaram-se os dias e eu sempre lembrando, "temos que fazer a cartinha", mas coitado com quase três anos, o que ele podia entender, falava sim e continuava a brincar. Lógico que deixei para o ultimo dia, não gosto de fazer isso, mas os últimos dias tem sido tumultuados aqui em casa. Enfim, ontem peguei papel, alguns frufrus e disse , senta aqui vamos começar. Gente hilário, ele sentou, mas não deu dois minutos e saiu andando (óbvio), lá comecei eu a cartinha. Perguntei algumas coisas para confirmar e para fingir que ele estava participando, comecei a ficar com muita dor de cabeça e acabei deixando para terminar depois. O fato é que EU acabei fazendo a carta sozinha, enfeitando sozinha e acho que a carta é mais minha do que dele, pois fiquei registrando elogios ao meu filhoe palavras de esperancas. No final da carta disse o que ele queria (que claro, já está até comprado) e pela manha quando ele acordou, mostrei o que tinha feito, o envelope e li o que tinha escrito. O rostinho dele foi de muita felicidade e orgulho (como se ele mesmo tivesse feito), seguindo para escola com a carta na mão.


Uma coisa nesta historia toda eu refleti, é muito gostoso acreditar em papai Noel, mesmo que na imaginação, ficar ali escrevendo para uma pessoa que "supostamente existe", foi delicioso, como num conto de fadas entrei na historia mesmo e sai gratificada com um sentimento de esperança que vamos esquecendo ao longo da vida. Ah! Vou fazer agora a minha cartinha, vai que ele (papai Noel) me atende....rs


E você já fez a sua, faz e conta pra gente.
Depois eu conto sobre a arvore de Natal aqui de casa...


Um beijo cheio de estrelinhas de Natal






Texto de Andrea
Fotos: inspiracoes-do-ser.blogspot.com/2009/11/mais-... e terroristasdepalmoemeio.blogspot.com/2007/12/...

dezembro 09, 2009

Cris e Baú de memórias...



Eu li em vários livros respeitadíssimos que quando adultos, somos reflexos de nossas muitas memórias afetivas. Não é que é verdade?! Então tentemos e tentemos construir muitas e boas lembranças para nossos filhotes.


Aconteceu aqui em casa: Sabe aquelas toalhinhas de mão que toda criança que vai à escola desde bebê leva na mochila? É aquela minúscula com o nome bordado.Meus filhos, é claro, levavam umas super enfeitadas, feitas no capricho com o maior carinho e tinha uma especial para os dias de passeios fora da escola (igualmente enfeitada mas sem as manchas do dia a dia), com o tal nome da criança bordado, bem grande, no centro.Pois bem, dia desses o meu Matheus (13 anos) tinha um passeio pro Museu Masp e depois pra um shopping, e eu, claro preparei a mochila com celular, carteirinha de identificação (vai que ele esquece o nome dele), umas guloseimas extras pro caminho, um video-game “maneiro” pra distrair, etc. De repente, ouvi um super grito que vinha lá da cozinha: ““- Mãeeeeeee, cadê a toalhinha de passeio? Sabe mãe, dá a maior insegurança viajar sem ela!”” “”- Puts, podes crê!!”” retrucou o Marcus (12 anos).


São essas e outras muitas histórias gostosas que vira pra lá e pra cá saem aqui em casa. Memórias felizes de uma infância ainda próxima mas cada vez mais distante.


É claro que também tem as memórias tristes, não menos importantes mas que ficam num outro baú, bem trancadinho, e quando uma delas escapa, a gente abre logo o outro baú e fica tudo bem...


E assim a gente vai montando nossos baús de lembranças, um para as boas e outro, para as outras. Lembrando que o baú das boas tem que ser bem maior que o das outras!!









Beijos,


Cristina João

Fotos: josedalmeidaemariafloresnomeobaudossonhos1 ehttp://neiva.passuello.com.br/wp-content/uploads/yapb_cache/infancia_feliz.dytwuej8fxssccgsoks4c44cs.801di6u7wqo0w0w8w8coswgk0.th.jpeg

dezembro 08, 2009

Pequenos adultos ou grandes crianças?



O pai é lindo, a mãe linda e chique, os dois ricos, famosos, talentosos (há quem discorde) bem, a filha só poderia ser esta coisa mais linda. Gente! Ela tem um rostinho perfeito...como disse outro dia para minha comadre, ela e’ um sonho de criança. Mas vendo uma matéria num site, me chamou muita atenção e tive que parar para pensar. Tudo bem que ela vive, ou melhor, ela e’ de um outro mundo que não o nosso de mortais “normais”, mais aí usar “salto alto” (ta bom não e’ tão alto assim) mas eu acho alto para uma criança. Esta parecendo uma mini mulher.


Cada vez mais as crianças tentam imitar os adultos ate mesmo no jeito de se vestir (mundo capitalista que vivemos). Percebendo e aproveitando isto, famosas grifes de roupas femininas vêem investindo no mundo da moda infantil. A grande sacada de algumas grifes, é respeitar a modelagem (infantil) e usar a estampa da estação como a roupa da mãe. Apesar de todo este apelo fashion acho que deve ter sempre um bom senso dos pais na hora de vestirem seus pequenos. As meninas estão cada vez mais cedo indo aos salões de beleza. Tudo bem eu não tenho filha menina (nem minha comadre, nem minha Irma, aaaaah!) Acho que deve ser difícil, afinal de contas os pequenos imitam os grandes (e nada melhor do que a “modelo” mamãe para seguir) elas querem pintar as unhas, se maquiarem, ate mechas em cabelos de pequeninas já vi. Gente, mais uma vez acho que temos que dar um pouquinho de limites aos nossos, ou então elas/eles irão pular esta fase de criança que está cada vez mais extinta.

Criança tem que usar roupas leves, confortáveis, que imprimam sim a sua personalidade, mas que sejam de crianças e não que imitem as de adulto. Devem se sujar (como a Cris já disse em outro post) brincar, usar sapatos confortáveis, mesmo porque pode acabar interferindo no desenvolvimento ortopédico. Nada contra a pequena das fotos, que sem discussão é muito linda, mas poderia estar usando uma sapatilha (de grife ou não) da mesma cor que não ia deixar menos glamouroso seu visual e com certeza estaria mais confortável. E voce o que pensa sobre isto?




Beijos




texto de Andrea

Foto:http://rgvogue.ig.com.br/flagra/2009/11/19/suri+polemica+9126110.html

dezembro 07, 2009

Cris e "Vô e Vó são pra estragar!"






Que atire a primeira pedra quem nunca ficou furiosa com o “deixa tudo” da mãe ou da sogra! Elas nos desautorizam sem a menor cerimônia, nos fazem fazer papel de palhaças diante de nossos rebentos. São loucas, apaixonadas, desenfreadas e até desequilibradas, sem noção mesmo! Mas imaginem, ser mãe é tudo de bom né? E então ser mãe da mãe ou mãe do pai!! Imaginou? Agora soma a experiência de vida delas (que acham que sabem tudo, e quase sempre sabem mesmo), mais um amor sem medidas, desequilibrado, sem compromisso com a educação e só de visita. Só podia dar nessa combinação perfeita: uma coisa fofa, tão doce que se a gente apertar demais cai até açúcar, tão terna, tão sábia e com uma casa em que se pode tudo, tudo mesmo. Lá vale sobremesa fora de hora, se empapuçar de guloseimas, brincar na chuva mesmo com tosse, só comer coisas gostosas e só parar quando não agüentar mais!! E isso vale pra qualquer avó, pode ser materna, paterna, emprestada, vódrasta, vó rica, vó pobre, vó preta, vó branca, vó é tudo igual. Podiam inventar vó de aluguel também!

Pára tudo e responde rápido: Vó não tem cheiro de bolo quente, fofinho que acabou de sair?? Vó não tem o colo mais fofo do mundo? (parece que vem com almofadinha). Vó não descobre sempre aquilo que a gente mais queria e torna realidade? Vó não tem a pele macia e gostosa? Vó é tudo de bom, então deixa elas estragarem nossos filhos, fazerem aquilo que a gente queria fazer mas o bom senso breca.Afinal Vó e Vô são mesmo pra estragar as crianças os pais é que tem que educá-las (Isso vinha no manual, página 67, lembra?)


Ah e o Vô? Esse é uma vó com um pouco, mas bem pouco, mais de bom senso, esse cara merece um capítulo à parte.


Lembrem-se: deixem as avós estragarem nossos filhos e um dia vai chegar a nossa vez!!

Beijos,


Cristina João


Foto:http://mblunck.spaces.live.com/blog/cns!6A477FF897E96074!5293.entry

dezembro 04, 2009

Filhos adoecidos, maes compadecidas….



Nao sei se o termo e’ bem este, mas basta nossos pimpolhos terem um olharzinho de dodoi que ficamos rapidamente chateadas. Claro! que seja na gente, mas em nossas crias não. Pois foi assim que aconteceu estes dias, comigo e com minha comadre, esta mesma que esta sempre dividindo comigo “quase” tudo, também criadora deste blog, mãe, amiga, tão amiga que ate na hora da doença fica doente, rs. Não esta entendendo nada?!, vou explicar... Na segunda feira acordei com um mal estar e resumindo para não ficar muito longo, estava com virose, não passou nem algumas horas para perceber que meu filho estava também.....ah! não, nele não.....mas foi, passamos o dia ruins e sem a menor condição de ficarmos de pe’. No dia seguinte falei com minha comadre e para minha surpresa estava ela e o filhote mais novo, meu “dindo” João, com gripe, ele piorzinho claro, com febrinha, enfim ficamos nos falando por telefone, pois nem ela queria pegar virose e nem nos que já não estávamos la estas coisas, queríamos pegar gripe.

A grande verdade e’ que não importa o que aconteça, mas que não afete nossos filhos, não agüentamos, queremos e sofremos junto com eles, não da pra suportar aquela carinha de dor, febre, mal estar. Não importa o que digam, lógico ajuda bastante o carinho que nos e’ dado, aquele “se precisar de alguma coisa”, sempre e’ bem vindo, pois o que mais queremos e’ saber que não estamos sozinhas, que podemos contar com qualquer um que nos de a mao, isso já ‘e uma grande ajuda. So que queremos mesmo, e’ nossa criança feliz, aprontando todas e nos deixando de cabelos em pe. Isso sim, e’ trabalhoso, e’ cansativo, mas muito gratificante. Ver aqueles rostinhos cheio de alegria e descobertas novas, não e’ propaganda, mas não tem preço.

Passados alguns dias, horas, remédios, sonos....melhoramos e eles também, sim, o João e’ o que ainda esta sofrendo um pouco mais, coitadinho, a minha comadre ainda esta se recuperando de uma forte gripe e sofrendo também....Infelizmente e felizmente faz parte do “SER” mãe, desta divindade de sermos responsáveis por seres tão indefesos, tão dependentes e que nós, indiscutivelmente, amamos acima de tudo e de todos. Que seja dado a nos MAES, muita forca, muita saúde, para podermos cuidar e zelar os nossos. Que possamos dar muito amor, carinho e muitos colinhos, porque tem coisa melhor que colinho de mãe?

Bons fluidos, uma conversinha com o pediatra, chazinho para as mamães se acalmarem, crianças medicadas e tudo vai dar certo! Comadre forca que tu consegue. Vamos nos preparar para brincarmos juntos e seguir em frente.


Um grande beijo

 Texto de Andrea


Fotos: http://asasnegras.blogs.sapo.pt/arquivo/quadro_mae_e_filho5.jpg e http://bluebirdnotes.blogspot.com/ 



dezembro 03, 2009

Hiroshima e Nagasaki

Banho e ao acordar são os meus momentos de por as idéias no lugar.
Só as idéias mesmo. Porque o resto...
Quando cresci, aprendi que é de pequeno que se aprende. E é assim que eu tento ensinar os meus  pequenos!!

Mas não sei onde estou errando, só sei que estou.
Quando acordei hoje, planejando o que deveria fazer pela manhã, me veio a cabeça Hiroshima e Nagasaki.
E o que isso tudo tem a ver com meus filhos? Minha família? Nada!
Somos descendentes de italianos, portugueses, nordestinos, índios e holandes!!! Além da paixão pela cozinha oriental... Nada!
Aaaah! Falta de sono! Excesso de cansaço! Huuuum... Pode ser, mas não é também!

Hiroshima e Nagasaki, minutos depois das bombas, são respectivamente os quartos do Pedro e do João.
Nessas devidas proporções.
Não sei mais o que fazer!

Já demonstrei como é bom um quarto arrumado, já deixei sofrer procurando um objeto perdido no meio do caos, já proibir de brincar até que tudo estivesse no lugar, já fiz greve de fome e ameça de suicídio!
NA-DA!!

E o pior que o menor, se espelha e segue exatamente os mesmo passos!

Neste momento estou entrando em contato com a ONU, pra pedir orientação e apoio, pois preciso ver se tem roupa suja pra lavar... E ainda acho que se arrastar aquela caixinha de Hot Wheels, vou achar a portinha do paraíso!!!


Aaaaaaah... E quando eu descobrir o caminho do ensinamento, vou receber o Nobel da Paz! CERTEZA!

É isso.
Um beijo eaté.

Escrito por Janaína.
Fotos: Hiroshima, Nagasaki e Paraíso

dezembro 02, 2009

Cris e Dando nome aos bois...


É assim que começa tudo. Nuns livros bárbaros de psicologia infantil* e com uma amiga e terapeuta da família (Dra. Mrª. Paula Carvalhaes) que é muito importante que desde cedo, a gente ensine os pequenos a identificar cada um dos sentimentos que vão aparecendo. E' aí que a gente entra. Todos, acreditem, os sentimentos são importantes: raiva, nojo, asco, repugnância, perdas, medos, acertos, tristezas, angústias, alegrias, entusiasmo, ansiedade, decepções,etc.,todos! E guardadas as devidas proporções devem ser todos bem vividos, resolvidos e rotulados. Nós as mães de plantão, podemos ajudar: Sabe quando o brinquedo preferido quebra, claro que o pimpolho fica triste, chora, o mundo dele acaba e você não pode dizer: Não chora, não foi nada. Foi sim!! Você pode ajudá-lo a identificar essa tristeza mostrando-se solidária, entendendo, ajeitando aqui e alí daquele jeitinho que só as mães conseguem, exemplificando, sempre que possível, com suas experiências. O mais importante é que fique claro que ele não está sózinho! Nunca!!!



Assim, a medida que as situações vão surgindo, os sentimentos vão sendo entendidos, vividos, classificados, nomeados, rotulados, trabalhados e vão sendo todos colocados tudo no lugar certo, nos baús de memórias, tudo sempre junto com eles.


E quem disse que é fácil crescer? Temos que ajudá-los nesse caminho sem volta. Quando nos conhecemos e aos nossos sentimentos, nos tornamos mais seguros e melhores, sempre!!

Beijos

Cristina Joao

* - Inteligência Emocional, John Gottman PHD & Joan De Claire, Editora Objetiva.
- Mentes Inquietas, Ana Beatriz B.Silva, Editora Gente.
- Seja feliz meu filho, Içami Tiba, Editora Gente.

Fotos: http://www.adorocinema.com/media/film/images/segredo-dos-animais/1245103182_segredodosanimais05.jpg e
http://www.lhmbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/061409_1727_Overdadeiro1.jpg





dezembro 01, 2009

Depoimento de TIA


Ha' 13 anos atra's (outro dia tive que perguntar, pois nao lembrava ao certo, desnaturada!) nasceu uma crianca mais linda que eu ja tinha visto ate entao, um recem nascido com a bochecha (e e’ ate hoje) mais redondinha, um rostinho mais fofo….bem, era o meu primeiro sobrinho (Matheus), filho da Cris e nao sei se pelo fato de ser minha irma (única) e sempre fomos muito amigas, fiquei muito feliz e não podia descrever pois nunca tinha vivido tamanha emoção. Como primeiro tudo de nossa família, neto, sobrinho, filho ficamos babaaaaaaaando por ele, dormir abraçado com ele era tuuuudo de gostoso, passear na orla da praia com ele no carrinho.....fofo, e ele era e e’ ate hoje muito simpático, um sorriso e não precisa falar mais nada. Bem, passado 1 ano e 1 mês la estava eu ficando com este fofucho na casa dele para minha Irma ter o segundo filho (Hein? Não, você não perdeu nada, ela teve outro logo em seguida), esta historia e’ dela e ela conta uma outra vez..... e’ lógico que ficamos novamente e igualmente emocionados, so que desta vez ficamos esperando eu e o pequenino, seu irmãozinho chegar com a mamãe. Chegaram com o Marcus (hoje com 12 anos) uma bolinha branca, branca, um pouquinho rosado ele foi ficando....mas sempre uma bolinha (enquanto pequeno) Hoje ele e', ta bom, ja foi, o modelo da familia (ja desfilou e tudo). Sao meus amores, igualmente amados. Nao vou falar do cabelo que eles estao insistindo em deixar crescer, porque eles nao vao gostar, rs.


Quando eu era adolescente sempre quis ser diferente em tudo (tipo ovelha negra da família), mas tem uma coisa que quando vi pensei: “quando tiver os meus quero ser igual”, a forma como a Cris sempre educou seus filhos. Não! E a paciência...aff e tudo, a maneira de conversar, quando um se machucava tinha muita calma e eu pensava: “Meu Deus, se fosse eu tinha desmaiado de desespero” enfim , ela sempre foi e e’ ate hoje um exemplo, vivo ligando pra perguntar alguma coisinha...rs.


Nesta sexta-feira que passou (27/11) meus sobrinhos (aqueles la de cima que eu comentei) foram ao show do AC DC (pra quem não sabe uma banda de rock das antigas) Sim, ela mais uma vez me deu uma lição de vida sei la, quando ela comentou que eles iriam (e isso foi bem antes) eu fiquei achando que ela não deixaria e que acabaria por ali, mas o dia foi chegando e as crianças se empolgando e eu vendo que aquilo era verdade. Apesar de eles terem ido com o marido da minha prima Vane (temos aqui que agradecer, obrigado Fabi!!!) eu achava um absurdo meus dois pimpolhos, bochechudos, no meio daquele povo todo, metaleiros, roqueiros seja la o que fossem, não eu não queria acreditar.

Chegou então o grande dia, imagina a emoção das crianças e eu acho que era a mais nervosa, ligava pra ela direto pra saber de todos os detalhes. Passado o dia, ou melhor, a noite, ela também foi monitorando tudo e me contando, recorri a todos os santos, outros pensamentos e foi tudo bem. Ser tia não e’ tão fácil assim...As crianças amaram e foi quando ela me disse uma coisa que me caiu a ficha: “Se você visse a carinha deles quando foram e voltaram, de felicidade, já valeu tudo”. E e’ esta a verdade, fazemos tudo por nossos filhos, a maior recompensa esta no rostinho deles, na alegria.



Dada a lição, acho melhor ir me acostumando pois o meu pequenino já faz com a mao e diz: “Rock’ n’ roll” ....pensa!!!!






Beijos e ate






Texto de Andrea

Fotos: http://s246.photobucket.com/albums/gg111/meusrecadoscom/pais_filhos/0007.jpg e http://www.imotion.com.br/imagens/data/media/67/3708acdc.jpg




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